Palavras Cruzadas

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April 5, 2014 8:52 pm
"Saudades dos seios da Xuxa em capa de disco infantil e do Mussum falando de vagabundagem e alcoolismo num programa ‘para toda a família’"
March 23, 2014 9:00 pm

Short-life being

Like a dog that quietly comes
and asks, nicely, for affection,
I wanna come into you.

It hangs its paw and poke you
with its nose
untill it sleeps little by little
aside you.

Far from all the mess we get through
day by day,
cuddle with you in bed
and jump upon you when it’s time to wake up.

And then leave you
like nothing had happened.
Just so I can go back to you in a day or two.
Make sure you still care about me.
Regardless of all the things I broke.

December 28, 2013 2:50 pm
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  • Such Great Heights (Cover)
  • By: Iron & Wine
  • 20,199 Plays

Algumas músicas a gente ouve depois de muito tempo mas ainda fazem todo sentido!

(Source: superfastjellymass, via travelthirst)

December 10, 2013 11:54 am

Because when “shit happens” (and we know it does)…all we wanna do is to take off and forget about it.

And then kick some asses!

December 4, 2013 11:29 am
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  • Apartment Story
  • By: The National
  • Boxer
  • 1,093 Plays

The National - Apartment Story

Música da semana!!

(Source: musicjamsxvx, via travelthirst)

3:07 am

Cotidiano

Um coração de folhas. Foi o ‘para casa’ que ela mesmo criou para si durante o final de semana. Um coração que deveria lembrar a todos que a opção de amar ainda existe. Sabia do quanto o termo era exaustivamente utilizado. Como uma função oscilante, uma onda que alterna entre o “mais amor, por favor” e o “não existe amor em sp”, provando que o lado otimista está face-a-face com o pessimismo sobre a falta de amor no mundo. 

Mas ainda assim, acreditava. Quero dizer, sentia!..que o amor não deveria ser banalizado. Banal deveria ser o instinto de tomar decisões vinculadas a ele, em privação do realismo que nos traz ao chão a todo momento. E uma simples organização de artigos tão triviais uma vez descartados por árvores que não mais precisavam do que tinham a oferecer, deveria trazer a tona nas pessoas o bem estar de crer em algo maior que o amor divino: o amor simples. E bem ali, apreciando sua obra de arte, acompanhava os pés anônimos da multidão se desviarem, para não destrui-la.

O vento, então, veio. Mais simples que o próprio amor, e o destruiu. Tão inconstante, mas o desfez sem volta. É como acontece com a gente: coisas simples desfazem o que de sólido existe entre as pessoas. Se é que pode-se chamar algum sentimento de sólido. E mesmo depois de completamente desfeito, sempre que passava pelo mesmo parque olhava para onde o coração tinha sido montado, e remontava o seu, dentro do peito.

Créditos da imagem: Tatiana Fonseca

June 18, 2013 4:27 am

A urna eleitoral é o de menos

                Quem é brasileiro sabe: o voto é o que menos importa no rumo do país. A cada dois anos nos vemos de mãos atadas, buscando o “menos pior” entre um leque não tão vasto de representantes em potencial. Volta e meia vejo pessoas dizendo que o voto é arma mais poderosa em uma democracia. E sempre o que temos é arrependimento. Para quem ainda acredita na boa índole de alguns poucos políticos, devo dizer que é legítimo, mas não basta. Confio e defendo a idéia de que sempre há quem salve o grupo; sempre tem as exceções à regra. Mas de que adianta colocar nossas esperanças nessa minoria que tão pouco pode fazer por nós?! Digo e repito: não é o seu voto consciente que irá garantir um futuro promissor. Muito menos no Brasil.

 

               O senso comum nos diz que o sistema está enferrujado, encrostado e travado por quem não larga o osso a anos e anos. E é verdade. Pense bem e verá que a grande maioria vota por votar; porque é obrigado. As leis, a justiça, a polícia; nenhum deles faz bater no peito e dizer, com orgulho, que pode-se confiar a eles o controle do país. O executivo então, trabalha em cima de quem não tem um tostão sobrando no bolso. O que entra sai e, muito provavelmente, sai mais do que entra. “Culpa do capitalismo”, alguns podem dizer. Mas a culpa mesmo nem chega a ser palpável, a ponto de poder devolver a mão se seu dono. E o assistencialismo come solto.

                Movimentos como os que tem acontecido ao redor do mundo, à favor de um Brasil coeso, são apenas o primeiro apito do juiz. O jogo mal começou e só posso esperar que saiamos com vitória atrás de vitória, cidade após cidade, até deixar clara a nossa insatisfação. Rebeldes com ou sem causa, mas que fazem algo em detrimento da inércia.

                Reclamar do atraso causado, do transito parado, do compromisso perdido é um retrocesso que me faz lamentar profundamente. Alguém que se coloca contra as manifestações alegando simplesmente que está atrasado para algum compromisso deve tomar uma boa dose de consciência e aprender que estas são causas acima das outras. Dane-se o dentista, a prova, a escola, o trabalho, o motel. Dane-se tudo que não tenha o claro intuito de demonstrar uma indignação com o que vivemos e somos obrigados a aguentar nesse país. Enquanto o gigante Brasil não parar por completo, quem vai continuar apanhando somos nós; de polícia ou presidenta.

                Onde está nossa malha ferroviária desenvolvida, nossos portos e aeroportos estruturados e preparados? Onde está o desenvolvimento que tanto é gabado pelo governo? A educação de toda uma população defasada e você realmente confiando que um voto dito consciente irá mudar o nosso enraizado país?

                Eu quero ver mais que voto; mais que debate eleitoral na tevê. Quero, sim, o povo na rua, atrasando todo mundo e mostrando que happy hour válido é aquele que se discute religião, política e até mesmo futebol, porque não? É discutindo o indiscutível que se chega em algum lugar. Não que seja fácil. Talvez durante toda uma hora de conversa mal consigamos saber do que se tratam cada um desses assuntos. Mas é fundamental que nos proponhamos a discuti-los. Ao invés de não discutirmos, por que não trabalhamos nossos preconceitos e descobrimos mais sobre o outro e suas convicções? Não é porque minha religião é diferente da sua que devemos colocar o assunto de lado. Não é porque você é filiado a um partido que eu não possa te mostrar onde ele erra; e erra feio.

                Volto a dizer: o voto é o de menos! A cidadania começa a partir do momento em que chegamos à conclusão de que quem comanda a nação somos nó mesmos. O governante irá nos representar, e não decidir por nós. Até porque, nem o mais sábio dos homens, sozinho, poderia indicar o caminho certo. Só o povo pode criar essa demanda, no mesmo momento em que o trilha. E estamos trilhando. Aos poucos.

June 1, 2013 6:04 pm

O que acontece e só a gente vê

Quem me conhece sabe que não dificilmente (ou raramente) me emociono em conferencias de Rotary. Desde a minha primeira, em 2007, com ainda 16 anos, no Interact, o feriado de Corpus Christi era dedicado ao companheirismo e ao trabalho rotário. Com alternância entre ser convidado numa cidade completamente nova e convidar pessoas à minha velha Itabira, um sentimento era sempre constante: paz comigo mesmo.

Como aquele “check up” de exames vários que fazemos uma vez por ano, as codic’s, coadic’s e codirc’s sempre me davam o atestado de que estava tudo bem. Nenhuma doença grave tão cedo prevista; e o medicamento para as gripes da vida logo eram injetados ao som do primeiro batuque de boas vindas de pessoas que você nem mesmo conhecia. Nunca vi médicos tão eficazes. Uma dose de ânimo que durava quase um ano inteiro. Dava a segurança necessária para continuar uma jornada que é tão difícil quanto levantar da cama todos os dias. E que, da mesma forma, só depende de nós mesmos.

Quando no Interact, o sono; quando no Rotaract, as ressacas. Todas curadas com as mais ANIMADAS horas de palestras e discussões, logo pela manhã. E não tem um só rotaractiano ou interactiano que se negue a uma boa discussão em plenas 9 da manhã de um sábado pós feriado. Isso se tiver mesmo Rotary dentro de si. Ainda uma vez, no Interact, fomos autuados por dormirmos juntos no mesmo quarto, homens e mulheres. Um acontecimento inédito no distrito e que não seria aceito ou deixado de lado tão cedo. Mal sabiam eles que tínhamos acabado de pegar no sono, cada um no seu canto, depois de horas de cantorias, zoações e, pra ser bem sincero, vontade de nunca terminar uma noite em que tudo o que foi colocado na mesa foi amizade. Coisa que é tão difícil hoje em dia. Essa vontade de querer prolongar sentimentos é que manteve vários no Interact após os dezoito anos, como sócios honorários ou visitantes. Que culpa temos?!, é um dos melhores sentimentos do mundo.

Hoje foi a primeira vez que chorei por não estar presente nessa atmosfera mágica que é a CODIRC. Me senti como se tivesse terminado um namoro de anos, e que me fez tão bem durante todo o tempo. Sinto bater a saudade de vários conhecidos; mas também a falta de ter aquela primeira conversa com alguém que eu sabia, naquele primeiro momento, que me acompanharia para a vida toda. É coisa que só se sente numa conferencia como esta. Tenho amigos de “vida-fora-de-rotary” que conheci numa COADIC. E tenho também conhecidos de infância, que só conseguiram se abrir e virar verdadeiros amigos em uma conferência.

De qualquer forma, o que espero é que outras pessoas possam estar passando pelas mesmas situações que eu um dia passei. Os mesmos deslumbres de um mundo a parte do que acontece com o resto, e mesmo assim tão influente e modificante de todas as pessoas não envolvidas. Só posso desejar a todos que lá estão que possam sair de lá tão bem quanto eu saía, todos os anos; e tão mal por saber que ainda são 365 dias para a próxima.

May 15, 2013 5:56 am

Monte Sião

                Sem cerimônias a convidou para encontrar no Topo do Mundo. No carro, o barulho de seus pensamentos abafava a música que antes pensava ser o baú de suas angustias. Um rock progressivo qualquer, com guitarras expressivas e letras um tanto quanto aéreas, sem sentido. Parou em frente ao portão e desceu, a esperar. No encontro, um abraço longo, carregado, silencioso. Assim foi por toda viagem, cada um no seu mundo. A trilha tinha mudado para um MPB, calma como a paisagem montanhosa ao lado. Falava sobre um jipe de nome Manuel; aprendizado; corpo livre e viagens como aquela. Pareceu, aos dois, o mais apropriado possível.

                Já no topo. Os dois quietos. Compartilhando um momento solitário. Ela até quis iniciar uma conversa, falar sobre seus problemas, estancar a agonia de eventos recentes. Mas se distraiu com o andar despreocupado de um segurança do local. Ao que parecia, contemplava a vista, lá de cima, pela primeira vez. “Como pode?”, pensou. Afinal era a mesma paisagem todos os dias. “Não é porque algo se torna rotina que não seja digno de deslumbre”. É o que sua companhia teria dito.

                Talvez pudesse acrescentar que suas preocupações tinham mais tempo que o emprego daquele segurança e, ainda assim, não tinha se habituado a elas. “Não sei se é falta de opção ou só mesmo a inércia, a preguiça e a covardia de mudar a situação”, pensou. Se fosse responder, ela diria que um misto das três primeiras, mas os dois saberiam que a última não deixava faltar.

                E continuaram por horas. Céu azul na cabeça; sem querer acreditar em todo pensamento indigesto que prendia os pés de ambos na grama e a vista na cidade ao longe. Em alguns momentos espaçados, ele tomou fôlego para o convite de retorno a civilização. Falhou inúmeras vezes, sem saber ao certo qual a diferença do estado catatônico em sua casa ou naquele lugar. Não foi tocado por Deus, não teve o esclarecimento dos filósofos gregos e muito menos a destreza necessária para acalmar quem quer que fosse. Ambos queriam saber a coisa certa a dizer ao outro, mas falharam. Em suas cabeças uma frase ecoava pesarosa: Lá se foi mais um dia.

March 24, 2013 2:08 pm March 8, 2013 1:54 pm

Cinema Brazuca

                Às vezes acho que para gostar de filme brasileiro tem que ser um pouco chato. Ter aquela “veia poética” que poucos têm, muitos criticam e que quase a maioria nem entende o que é. Até porque os cineastas brasileiros não têm muito sucesso com filmes de comédia ou aventura. O que pega no Brasil é filme de drama. E pra gostar de filme de drama…

                Tenhamos como exemplo alguns ícones do nosso cinema contemporâneo: O bicho de sete cabeças, O contador de histórias, Cidade de Deus, Batismo de sangue. A maioria deles, inclusive, tem cunho político. E política no Brasil não se discute, se aceita e não se atreve a tocar no assunto; lá junto com futebol, religião e a idade adequada para uma filha começar a namorar.

                Mas o que realmente me assusta [e entristece] é a famosa frase: “Ah, não gosto muito de filme brasileiro. São ruins”. Com algumas variações e muito comumente críticas à qualidade das câmeras. Concordo que estamos a uma grande distância de termos câmeras high-tech e tecnologia de tirar o fôlego. Porém, como disse, a coisa pros lados de cá se baseia no sentimental, no profundo e significativo; na vida dura de uns ou outros, no heroísmo [principalmente] e no que nos liga a realidade suburbana das ruas esquecidas da cidade grande. Os hotéis baratos, o café no copo, ironicamente, americano e o pileque que ajuda a movimentar as pernas. Essa é a realidade de uma maioria.

 

               Para falar a verdade, a câmera tipicamente brasileira, o áudio, inundado de sons caóticos e desajustados, até que me atraem a atenção. Os ladrilhos de cores claras, remanescentes de construções dos anos 60 ou 70; a figura do porteiro; o dono do bar, de camisa aberta. Tudo isso é herança brasileira.

                A verdade é que não precisamos melhorar nossas câmeras e acompanhar a tecnologia. Ao menos não como prioridade. Precisamos é melhorar nossa capacidade de entendimento; nosso lado poeta, renegado; e nossa relação humana. Esta última, sim, tem se inclinado para o modo norte americano de ser, onde pessoas preferem a falta de contato, o consumismo e a formalidade. Sejamos mais brasileiros. Mais brasileiros que nunca.

February 26, 2013 7:02 am

cuntented:

Julie Pointer

Uma assim pra mim ja ta de bom tamanho…de preferencia no meidomato

(via travelthirst)

February 20, 2013 12:36 am
"Ele pode pensar em você todos os dias e ainda sim, preferir o silêncio."

Caio Fernando de Abreu.  (via amortuador)

(Source: carolineparga, via somemysteries)

February 8, 2013 1:44 pm
thedailywhat:

You (Kinda) Saw This Coming of the Day: CISPA Returns

Yesterday, U.S. congressmen Mike Rogers (R-MI) and Dutch Ruppersberger (D-MD) announced before the House that they are planning to revive the controversial Cyber Intelligence Sharing and Protect Act (CISPA) and work closely with the White House to ensure its passage sometime later this year. The unpopular legislative attempt at ramping up cybersecurity regulations was tabled indefinitely last year in August after it was shot down in a Senate vote, but some had raised the possibility that it could’ve been delayed by the lawmakers to avoid having to make a decision right before the elections.


Oh, not again..

thedailywhat:

You (Kinda) Saw This Coming of the Day: CISPA Returns

Yesterday, U.S. congressmen Mike Rogers (R-MI) and Dutch Ruppersberger (D-MD) announced before the House that they are planning to revive the controversial Cyber Intelligence Sharing and Protect Act (CISPA) and work closely with the White House to ensure its passage sometime later this year. The unpopular legislative attempt at ramping up cybersecurity regulations was tabled indefinitely last year in August after it was shot down in a Senate vote, but some had raised the possibility that it could’ve been delayed by the lawmakers to avoid having to make a decision right before the elections.

Oh, not again..

January 14, 2013 11:18 am

As de grande sabedoria

Ser sabio é falar do mamão do vizinho. Da jabuticaba no pé. ‘Não colhe nem dá pra ninguém, essa dona Cláudia. Bom era no tempo de Siloca e Bembem‘. E era mesmo. Trepado no pé de jabuticaba, cantava com os passarinhos. Não é igual hoje, que Papa-arroz papa toda a jabuticaba, logo antes de gente acordar. Mas isso é aqui, na cidade. Lá na Casa da Dona Siloca, Bem-te-vi não vê mais menino macaco moleque. Se fosse gente, chorava. Porque saudade bixo sente.

E, de cima, as bananeiras continuam cercando as casas.


14/01/2013